sábado, setembro 18, 2010
Importante
e percebemos quão egoistas e tendênciosos nós somos...
Egoístas não por pensar em nós mesmos, isso não é egoísmo é amor próprio
me refiro ao fato de que damos prefências a pessoas e/ou coisas.
Parece que não, mas tem momentos em nossa vida que achamos que tudo se resume em uma pessoa
Todo nosso tempo, nossos planos são voltados para mesma
Da mesma forma com um projeto
quando esquecemos que há vida fora dele.
Dar prioridade a alguma coisa/pessoa é super importante
Porém, mais importante que isso é saber se essa coisa ou pessoa é importante para você
A gente nao sabe, fica cego e não ve que perdemos o compasso
deixamos o impulso, a paixão falar mais alto.
Quando nos damos conta, estamos tão envolvidos que não sabemos como sair disso.
A verdade é que ai, já é tarde.
E sentimos aquela dor de também não ser tratado como prioridade
Somos opção!
E qual o problema nisso?
O problema está em nós que esperamos demais!
Esperamos ser especiais, diferentes...
.
.
.
E se...
Olhassemos mais para nós?
Nos valorizassemos mais...
Poderiamos compreender que não somos a nossa opção
Somos sempre a nossa propria prioridade.
Antes de mais nada!
Entenderiamos que o que me importa é eu mesmo!
sexta-feira, setembro 17, 2010
Antes
As mãos que acenam pra você já não são as mesmas daquelas que apertavam as mãos dos amados.
Meus olhos? Eles não contemplam mais, não reparam, apenas vêem pesados, fatigados, cinzentos a vida passar correndo por eles.
Aquelas pernas que antes corriam atrás de uma bola de futebol com seus amigos, hoje faz os corres para mudar, mudar, mudar...
Meu sorriso, que sinceramente se mostrava para o belo dia, agora se esconde, - atrás de dentes brancos - falso e amarelado.
Meu corpo. Ah, meu corpo, que dançava a dança da inocência, hoje dança pelo prazer de ser visto e elogiado.
Não sei exatamente o que acontece, mas aquela, aquela lá. Se foi ou se escondeu.
Agora sobra o medo de abrir. O medo de avançar. Medo de soltar as amarras e viver pelo que realmente acredita.
Medo de si mesma.
Medo!
quarta-feira, setembro 15, 2010
Fugindo do encontro
quarta-feira, setembro 01, 2010
segunda-feira, julho 19, 2010
Embolada
Para o musical Cambaio, de Adriana e João Falcão
(...)
Rato
Rato que rói a roupa
Que rói a rapa do rei do morro
Que rói a roda do carro
Que rói o carro, que rói o ferro
Que rói o barro, rói o morro
Rato que rói o rato
Ra-rato, ra-rato
Roto que ri do roto
Que rói o farrapo
Do esfarra-rapado
Que mete a ripa, arranca rabo
Rato ruim
Rato que rói a rosa
Rói o riso da moça
E ruma rua arriba
Em sua rota de rato
Uffa... um trava lingua dificil... mas é Chico né?
sexta-feira, julho 16, 2010
Ela era ela, Marieta
segunda-feira, junho 28, 2010
À Noite Sonhei Contigo
À noite sonhei contigo,
E não tava dormindo!
Justo ao contrário,
Estava bem desperto...
O menor esforço,
Para que te entregasses.
Em ti, já estava imerso...
Sonhar não custa nada
Sonhar e nada mais
De olhos bem abertos
Que lindo que é sonhar
E não te custa nada mais que tempo...
Por coisas tão pequenas
Gastar essa energia
Assim não vale à pena
Pra sempre de mim mesmo!
E só me reencontrar
Lá no teu doce abismo...
Voltado da aula hoje, ouvi essa música na Radio UEL. Perfeita!
Para mim tem sinônimo de liberdade, de vida, esperança...
Apenas sonhar...
As vezes não nos permitimos sonhar. Vivemos simplesmente levando... empurrando com a barriga a nossa vida e nossos compromissos.
Sonhar e perceber o mundo de outra forma
É se olhar com olhar de amor
Sonhar é compreender que podemos mudar...
Sonhar!
domingo, junho 13, 2010
Recordações...
sábado, junho 12, 2010
O que me parece?
Em quem eu quero me transformar?
sexta-feira, junho 11, 2010
Fotos e uma boa música
sexta-feira, maio 14, 2010
Uma nova luta
Uma sugestão para aqueles que ainda não entenderam e querem sentir essa essência do Movimento Estudantil, estejam abertos para se perguntar: O que estou fazendo aqui?
Blog da União Paranaense dos Estudantes
segunda-feira, maio 10, 2010
Hoje eu vi...
Vi o chocolate derreter no leite
Os carros com pressa, passavem sem ver o sol
Vi a senhora no ponto de ônibus se encolhendo de frio
Todos no ônibus muito quietos, com sono, indo trabalhar
O lago Igapó ainda conservando o frescor da madrugada
---
Observei as lindas árvores que tem na minha universidade
Encontei uma conhecida agora jornalista no ônibus
Vi os estudantes caminhando até suas salas
Também aqueles que ainda contavam as novidades do fim de semana
Vi meus amigos
E os meninos que trabalham no xerox, brincando e sorrindo
---
Vi a turma de jornalismo e relações públicas na mesma sala
Vi a garrafa de água que a professora tem da Marcha Mundial das Mulheres
Um amigo chegar atrasado na aula novamente
Todos fazendo um trabalho em grupo
Por fim, vi todos saindo para o intervalo
---
Vi a lanchonete lotada, e várias mesas espalhadas pelo calçadão
Muitos jovens conversando, rindo, jogando
Vi pessoas saindo da Capela
Entrando na Biblioteca
Muitos procurando livros
A senhora bibliotecária com seu mal humor contagiante
---
Vi uma amiga muito animada que nos acompanhou até a sala de aula
Um professor muito maluco, inteligente e espontâneo
O trabalho que eu e minha amiga varamos a noite fazendo
Vi um 9.0 também
A sala discutindo e rindo da Liberdade e Comunicação
Minha caneta passando por várias mãos para assinar a chamada
A despedida de quem vai e quem fica
---
O sol brilhante e quente
No xerox dessa vez vi apenas um menino simpático também
Vi estudantes no ponto de ônibus
Filas para pegar senha e colocar créditos no cartão
O Restaurante Universitário como sempre cheio
Vi e comi um bombom de nozes delicioso
---
Vi alface, pernil, arroz e feijão
O suco amarelo
Uma conversa de almoço com pessoas novas pra mim
Vi já o Restaurante mais vazio
Duas amigas na fila ainda para comer
---
Meu celular tocando
No caminho até o estágio ásvores e estudantes
Vi a menina que sempre vejo no banheiro
---
Vi as pessoas chegando do almoço no meu trabalho
Vi meu e-mail, twitter, blog...
Videos de Julieta V.
Vi gente na fila para o lanche da tarde
Alguns que me viram e não me cumprimentaram
Suco e lanche natural
Vi de novo o notebook antigo que uso no estágio
---
Vi várias pessoas se despedindo
Vi que estava na hora de também ir
Vi que já escurecia
O ônibus chegou na hora
O livro que estava lendo
Vi Chegar no Terminal
---
Vi uma grande amiga
Vários conhecidos
Os carros indo para casa
O friozinho da noite
Vi meu chegar
Uma conhecida no caminho
---
Vi o portão se abrir
A vizinha que estava no sofá de casa
Minha mãe que estava no banho
Vi as duas saindo para a igreja
---
Vi meu blog
Que perdi umas fotos importantes
Alguns no msn
E vi este post...
E ainda vi a nova lâmpada que colocaram na rua de casa!
domingo, maio 09, 2010
Nada demais para Julieta
Decidir certamente, nunca foi seu forte, ainda mais decidir por si mesma. Parar para pensar também não costumava fazer. Chegou a um ponto que tudo estava confuso, que o que pra ela sempre foi bom, agora a sufocava.
segunda-feira, abril 26, 2010
De ontem...
domingo, abril 25, 2010
Comum-unidade
Gostaria de viver ouvindo, gravando, registrando as tantas histórias que escuto mundo a fora. Trazer ao conhecimento de todos, as lutas, as dificuldades, as alegrias e experiências dos desconhecidos.
Mostrar o quão é belo se viver, experimentar os sabores, os cheiros do mundo. Reconhecer na vida do outro o sentido para valorizar a própria vida. Compreender que homem é um ser livre, criativo e curioso.
Os problemas são de todos. Todos têm, todos terão. Iguais ou não, partilhar a vida é importante para o crescimento mutuo ou mesmo para superar os próprios medos e defeitos que a gente se impõe.
Somos seres comunitários, procuramos de alguma forma, algum dia, alguém para nos entender, talvez ajudar. No fundo todos querem ser lembrados, querem ser importantes pra algum ser.
Na comum-unidade entendemos os prazeres da vida, e do mundo. Percebemos o natural da vida a intenção própria do significado de viver.
Carlos, apenas
Vida da Linguíntico Jogo
Tu. Tu. Tu.
Liberdade
Correria
Colar
Juventude
Verde
Água
Chocolate
Lenine
Paciência
Viagem
Amazônia
Televisão
Edição
Comunidade
Diversidade
Mudança
Positiva
Simplicidade
Amor
Cores
Momentos
Cantos
Beijo
Carimbó
Ônibus
Teatro
Pasquim
Ousadia
Conversa
Mensagem
Coca,cola
Surpresa
Abraço
Amasso
Livro
Política
Luta
União
Povão
Estudo
Tempo
Máquina
Cerveja
Dança
América
Pernas
Gênero
Poesia
Solidão
Paz
Crise
Metáfora
Favela
Vida
Vida
Vid
Vi
V
.
terça-feira, dezembro 15, 2009
No chão
Subo e desço por você
Pra entender o que se passa no seu coração
Nas nuvens esqueço quem sou
Teus olhos me trazem tranquilidade
Ah teu jeito de amar...
Porque sempre tão assim?
De pés no chão confundo com meu coração
Meu amor se entristece
Sinto a dor de uma partida
De alguém que nunca foi
Mas também nunca ficou
Pena a gravidade que insiste em me deixar ao chão
Apenas posso contemplar as estrelas
E sonhar com um amor que já foi meu
E agora talvez me esqueceu.
domingo, setembro 27, 2009
Uma poesia para um misterioso
Que amadora não seria
impondo aos meus dedos
uma poesia.
De sorriso talvez entenda melhor,
meus lábios segue ao passo do meu coração,
que com vida própria bate acelerado,
quando um desafio a mim é lançado.
Me disse alguém que falar de mistério é poético.
Poético porque mistério pode ser tudo e ser nada.
E ai poetas, os de verdade, tentam definir o indefinido,
com palavras nobres e sentimentos profundos.
Eu poeta amadora de pouca vivencia,
e muitos sonhos,
me atrevo a tornar o mistério tocável,
mesmo que em palavras.
O mistério é uma escolha.
Uma ousadia de poucos.
Poucos que vêem no mistério,
o caminho para a duvida, interrogação.
De que serve o mistério
se não para movimentar a curiosidade?
Pobres curiosos de mente confusa,
nem percebem a sua importância
O misterioso, ele sim muito mais confuso
faz do mistério a chave do conhecimento.
Esperto talvez, começa a se entender,
quando as duvidas começam a aparecer.
Duvidar leva o misterioso
ao cume do seu próprio conhecimento
que até agora
via-se desconhecido até por ele mesmo.
sexta-feira, julho 31, 2009
Deixar entrar
Tapados os olhos, o coração
só fala a mente que confunde.
Da razão sai o medo,
da loucura a aventura
O amor caminha tranquilo enquanto razão
Suspende a barreira
quando a duvida lhe
põe à parede.
Passa como um rio
que transborda,
que invade a vida.
Tudo é água agora!
A liberdade,
a beleza da água cristalina
que se vê por entre ela.
A certeza, de um amor!
O tempo disse
que na aurora da vida
o amor as vezes se esconde,
se prende.
Deixe entrar!
Sentir o perfume de amar,
viver os símbolos,
deslumbrar com as rosas e a paixão do fogo.
sábado, março 14, 2009
A dificuldade de amar...
Amar de verdade é pra poucos, cheguei a pouco a esta conclusão. Amar verdadeiramente o próximo, mesmo que ele não o ame, é complicado.
Por isso muitos desistem do amor e vive de paixões. Paixões são legais, mas passageiras. Paixão é corpo a corpo, paixão é atração... Mas amor, o amor é pra valer.
Se chora, se sofre, se frustra, mas se ama, ama de verdade, com o coração. Independente das aparecias, das atitudes, ama-se.
Amar é lutar, só quem luta pelo amor do próximo que é digno de amar de verdade. Mas há aqueles que vêem o amor impossível e desiste, não mais luta e sai em busca de paixões que preenchem o espaço aberto pelo amor abandonado.
Ao observar as relações amorosas de hoje, se vê a dificuldade que o homem tem em amar de verdade. Porque amar, se amar é sofrer?
Sofrer por amor é bom, porque aprendemos a dar valor a pessoa amada, ao amor.
quinta-feira, setembro 13, 2007
Lutar e morrer
Caminho pelas calçadas,
e ouço ao fundo
gritos de sofrimento,
dor e opressão.
Tropeço em corpos,
decompondo-se na escuridão
do planeta
Mortos pela falta de esperança.
Aos cantos,
choros de tristeza e amargura,
por alguém levado antes da hora .
O que será dos que ficaram.
Os que restaram,
sentirão o olhar da fome
que paira sobre eles,
sem piedade serão dizimados.
Realidade difícil de aceitar
Mas simples de entender o por que.
Revelam a mim estar tudo bem,
e afirmo estarem perdidos.
Outros em busca de riqueza,
morrem sufocados pelo egoísmo.
Uns buscam a sobrevivência,
e são surpreendidos pela fome.
Continuo a procura do certo
e me desanimo em saber,
nunca existiu.
Aos meus pés,
os vejo agarrados.
Murmurando, suspirando,
compaixão.
Como se algo pudesse eu fazer
veem em mim esperança.
Irei negar-lhes e continuar meu caminho.
Não!
Ficarei para lutar com eles,
e por eles morrer!
quarta-feira, setembro 12, 2007
O que aconteceu
Fevereiro, março...
Quando foi mesmo?
que injustiça!
O que aconteceu com as lágrimas
que rolaram no dia em que a vida se foi?
O que foi feito daquela que ate o fim o amou?
O que aconteceu com a indignação?
Que levou manifestações,
gritos de esperança e mudança
O que aconteceu com a tristeza
que movimentou multidões
em procissões a favor da vida?
Para onde foram os defensores da paz
que lutariam até o fim ...
E a mídia?
esqueceu de tudo o que aconteceu
O noticiário não comenta mais
Noticia passada, fato antigo
Os homens se esqueceram
Talvez eu também me esqueci
Sem coração, sem sentimentos
esquecemos
voltamos ao que era antes
Será que vencemos a violência
Para onde foram os malfeitores
Ninguém pergunta mais
Ninguém se preocupa mais...
Quantos ainda morrerão?
E nós homens acomodados
no individualismo...
Por quanto tempo ainda
agüentaremos viver assim
Enganando a realidade
Sonhando um mundo melhor
sentado a frente da TV
tomando uma coca cola
se indignando com o mundo
Como se dele não fazemos parte?
quarta-feira, julho 25, 2007
Que mundo é esse?
Um lugar,
onde tudo acontece,
fracassos não existem.
Vidas afortunadas,
realizadas,
tudo se espelha à perfeição.
Um mundo dos sonhos,
da utopia
Que dirá um viajante,
ao chegar à realidade,
ao mundo real?
As fantasias se quebram,
os sonhos se tornam ilusão.
Corajoso viajante,
que farás em um mundo,
em que não há perfeição?
Este mundo é estúpido,
impiedoso,
mundo corrupto
e vergonhoso.
A injustiça e o preconceito,
torna-se normal e admissível.
Perante tanta brutalidade,
dizemos apenas que já não há mais solução.
Infeliz viajante,
condenado a perecer,
neste mundo em que nem pertences.
Feliz aqui?
Já não voltas mais ser.
O viajante é aprisionado,
Impedido de viver.
Agora sentes a falta de seu mundo primoroso,
ao que não voltaras mais.
Só uma saída,
esperar ate o fim,
o fim que se aproxima ligeiramente.
Este mundo está corrompido,
perdido em um tempo
que não regressa mais.
E irá se perder cada vez,
se o medo e o egoísmo,
continuar reinando
entre a humanidade.
segunda-feira, maio 28, 2007
Batida, Batida
Batida, batida
no liquidificador
é batida.
Batida, batida
é minha comida,
mole, meleca,
é o que posso comer.
Batida, batida
no liquidificador
é batida.
Como comer,
com essa dor?
Se não for batida
a comida
não como.
Batida, batida.
Batida, batida.
Batida no liquidificador,
comida batida.
Batida minha dor,
batida, batida
Estudo, Estudo
Social
Logia
Sociologia
Estudo, estudo
nunca entendo.
Etno
Centrismo
Etnocentrismo
Estudo, estudo
nunca entendo.
Digam como é,
como deve ser.
Vejo meu Deus,
nunca será.
Ainda estudo,
apenas estudo,
nunca entendo.
Genocídio
Etnocidio
Mataram, levaram,
deixaram-me o que era seu.
Não existo mais!
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Caos no Rio
Pela janela da TV,
vejo-me entre o caos.
Lágrimas não as contenho mais,
estou chocada.
Pelas ruas e alamedas,
tensão e insegurança.
O medo,
silencia-se em casa mais cedo,
todos esperam mais segurança.
Inocentes e decentes
como alvo
de quem tranquilo
os acende.
Na tranquilidade
observam,
a quem do fogo
tenta escapar.
Corpos
carbonizados,
mortos
metralhados.
Entre tiros e granadas,
um apelo confuso,
de quem já não sabe a quem pedir:
Pelo amor de Deus!
Pequem os fuzis!
A quem culpar?
A quem atira e mata?
Ou talvez,
a quem em silencio
afirma nada a declarar?
São cenas de terror
sem censuras.
Desrespeito aos indignados
Ninguém toma atitude!
Ninguém toma atitude por nada!
Até quando?
Seremos vitimas,
de uma ação covarde,
em que nunca se sabe,
quem será o próximo
a ser atingido.
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Lábios vermelhos
em noites frias,
mãos frias
que te tocam.
Não é por prazer
talvez nunca foi.
Sei que não és a mesma
teus olhos que antes,
eram alegria.
Hoje escorre sangue de dor.
Sangue envenenado,
por quem não sabes.
Sabes que não há mais futuro.
Sabes que o passado não volta.
Curtas saias,
Curtos cabelos.
Nos lábios,
vermelhos, vermelhos
que tampam com maquiagem
o rosto sujo, imundo
sem vergonha.
Curta a vida.
Corpo sem forma;
Corpo sem dona
Corpo,
seu corpo.
Marcas manchas
Dor de dor,
Dor de que espera
Algo melhor.
terça-feira, agosto 15, 2006
Adeus meu amor
Dentro de mim, há vida,
chutes de alegria e gratidão,
quanta emoção!
Fora de mim...
um mundo injusto,
imundo.
Tê-lo seria dor.
Adeus meu amor!
Quem de ti cuidará?
Zelo-te de coração,
porém, fazer-te sofrer,
seria uma facada em minha alma.
Adeus meu amor!
Fora de mim,
antes do tempo,
não quero presenciar tua dor,
que dor maior sentirei.
Tu entendas.
Adeus meu amor!
Não é por mal...
não merece ver o que vejo,
viver o que vivo.
Adeus meu amor!
Adeus meu amor!
Morra em paz,
meu amor te acompanhará!
Ao paraíso entrará,
sem faltas, nem pecado.
Com certeza verás a luz.
Adeus meu amor!